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Ibramed
Model: Carboxiterapia
Product ID: 38247741
Product SKU: 38247741
Ares Carboxiterapia Ibramed

Ares Carboxiterapia Ibramed

Marca: Ibramed
Modelo: Carboxiterapia
Ref: ARES
Garantia: 1 ano após o recebimento do produto
Disponibilidade: Disponível em 5 dias úteis

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O Ares é um equipamento destinado aos tratamentos de estética, que apresenta as seguintes possibilidades de terapia: carboxiterapia, corrente High Volt (corrente pulsada de alta voltagem, conhecida também como HVPC – High Voltage Pulsed Current) e terapia simultânea de carboxiterapia com corrente High Volt.

Na modalidade de carboxiterapia, o equipamento apresenta alta precisão nos parâmetros, modo livre e modo intermitente, volume por ponto de 5-300ml e velocidade de fluxo de 5-300ml/min, com opção de acionamento da emissão de gás via pedal ou display.

O Ares oferece 1 canal de saída para equipo, 1 conector para o pedal e 1 dispositivo que aquece o CO₂ previamente à infusão, o que confere maior conforto e potencializa os efeitos fisiológicos, possibilitando drenagem do equipo e do sistema.

A corrente High Volt é indicada para eletrolifting no tratamento de estrias e de rugas, de forma isolada ou combinada com a carboxiterapia, para potencializar os resultados. O Ares possui um canal de corrente com polaridade negativa. É um equipamento que possui design diferenciado, tela touchscreen, menu com tutorial informativo (Info) e troca de idioma e rack para acomodação do cilindro de CO₂.

O equipamento deve ser usado somente sob prescrição e supervisão de um profissional licenciado.

Acessórios

  • 1 cabo PP Fêmea IEC de 2 x 0,75 x 1500mm (Cód. 03017006);
  • 1 cabo laranja de eletroestimulação com 2 vias (Cód. 03049009);
  • 1 cartela de fusível proteção (Cód. 03026009);
  • 1 fusível 20AG de 5A (Cód. 03019012);
  • 1 manual de operações digital (Cód. 03040057);
  • 1 pedal (Cód. 02039314);
  • 1 regulador de pressão para cilindro de dióxido de carbono (Cód. 03038121);
  • 10 equipos para carboxiterapia – registro ANVISA n° 80163579004 (Cód. 03044002);
  • 1 tubo especial PU 8 x 6 azul (Cód. 03038144);
  • 4 adaptadores para contato agulha (Cód. 03026110);
  • 1 placa de alumínio de 8cm x 7cm (Cód. 03038171);
  • 1 eletrodo esponja natural de 8,5cm x 9,5cm (Cód. 03038172);
  • 1 agulha para estrias – registro ANVISA 10401570007 (Cód. 02039145);
  • 1 garra jacaré preta (Cód. 03015066);
  • 1 garra jacaré vermelha (Cód. 03015067);
  • 1 ponteira eletrolifting com agulha para caneta (Cód. 03025087);
  • 1 corpo caneta banana de 2mm (Cód. 03025061);
  • 1 cinta elástica para fixação de eletrodos (Cód. 03026007);
  • 1 gabinete rack (Cód. 03030009);
  • 1 banner Ares de 0,70 cm x 1,00m (Cód. 03026005).

Dimensões

  • Largura: 26,5cm (10,4in);
  • Profundidade: 27,5cm (10,8in);
  • Altura: 11,5cm (4,5in).

Ares

  • Peso líquido (sem acessórios): 1,45kg ± 5%;
  • Peso bruto (completo com caixa): 2kg ± 5%.

 Rack

  • Peso líquido: 16,4kg;
  • Peso bruto (com caixa): 20kg.

Tratamentos

 

Corrente High Volt

A corrente High Volt (corrente pulsada de alta voltagem, conhecida também como HVPC – High Voltage Pulsed Current), é uma corrente com pulsos gêmeos de alta amplitude (alta voltagem) e curta duração. A forma de onda é monofásica (a corrente flui em uma única direção) e os pulsos de alta voltagem provocam diminuição da resistência da pele, tornando a corrente confortável e tolerável.

Os efeitos terapêuticos da corrente High Volt baseiam-se na utilização de uma corrente de pulsos monofásicos que provocam o aumento de cargas elétricas no tecido, exercendo efeitos fisiológicos favoráveis que disparam o processo de reparação tecidual.

A eletroestimulação de alta voltagem é um meio de administrar estímulos elétricos para promover a cicatrização de tecidos, aumento do fluxo sanguíneo e da produção de ATP, fagocitose, melhora da oxigenação e do transporte nas membranas, redução de edema, estimulação de fibroblastos e de células epiteliais, síntese de DNA, mitose celular, controle de infecção, auxílio na organização da matriz de colágeno, estimulação da contração da lesão da pele com migração de células da epiderme para o centro da lesão provocada pelo eletrolifting.

Técnica de aplicação

Conecte no Ares o cabo de estimulação para a corrente High Volt.

Realize a assepsia do local de tratamento utilizando clorexidina alcóolica a 0,5%.

  1. Posicione o eletrodo dispersivo próximo ao local de tratamento;
  2. Fixe o eletrodo com faixa elástica;
  3. Insira a agulha na caneta;
  4. Pressione Start;
  5. Ajuste a intensidade da corrente High Volt.

 

Carboxiterapia

A carboxiterapia originou-se na França, em 1932, e refere-se à administração do gás carbônico (CO₂) com propostas terapêuticas. Inicialmente, o tratamento era realizado via percutânea, mediante os chamados banhos de água carbonada aquecida, ou seja, a aplicação de água saturada em CO₂ diretamente sobre a pele dos pacientes. A técnica era utilizada para tratamentos de arteriopatias e de úlceras. Os resultados obtidos encorajaram novos estudos, provocando a ampliação das indicações para outros tratamentos.

Após o desenvolvimento de novas tecnologias, a aplicação deixou de ser tópica e o CO₂ passou a ser injetado diretamente no tecido subcutâneo, que garante resultados mais rápidos e melhores.

Evidências histológicas dos efeitos da infiltração de gás CO₂ no tecido adiposo subcutâneo sugerem possíveis efeitos lipolíticos, assim como do estímulo à remodelagem tecidual. Após tratamento com carboxiterapia, devido ao aumento de fluxo sanguíneo, as regiões com celulite apresentam melhora da nutrição tecidual e drenagem mais eficiente, que resulta numa pele com aspecto mais liso e saudável.

A carboxiterapia tem forte potencial para o tratamento de rugas, flacidez de pele e olheiras, assim como apresenta bons resultados nos tratamentos de estrias. O CO₂ empregado é o medicinal (99,9% de pureza) e idêntico ao produzido normalmente pelo metabolismo celular. É atóxico e não embólico.

Os efeitos terapêuticos da carboxiterapia baseiam-se em respostas fisiológicas naturais do organismo:

  • Efeito de Bohr: tanto o O₂ quanto o CO₂ utilizam como meio de transporte a hemoglobina, proteína contida nos glóbulos vermelhos do sangue. O efeito de Bohr é a nomenclatura utilizada para designar a tendência do oxigênio de deixar a corrente sanguínea quando a concentração de dióxido de carbono aumenta, facilitando a liberação de oxigênio da hemoglobina e gerando uma hiperoxigenação tecidual.
  • Aumento do fluxo sanguíneo local: o aumento da concentração de CO₂ e a diminuição do pH local relaxam os músculos lisos que envolvem as arteríolas e controlam o volume de sangue ofertados aos tecidos. Com esse relaxamento, consequentemente, ocorre um aumento de fluxo sanguíneo local, que gera a melhora da oferta de nutrientes e a remoção dos resíduos e das toxinas locais. Além disso, a drenagem, tanto sanguínea quanto linfática, é otimizada.
  • Distensão tecidual: é provocada no local da aplicação, pelo volume de CO₂ Ela ativa uma cascata de sinalização do processo de reparo e de regeneração tecidual, causando a ativação de células chamadas fibroblastos, que produzem novas fibras colágenas e elastinas, melhorando a qualidade da pele. Na celulite, esse efeito é também muito importante, pois o comprometimento ocorre a nível hipodérmico, com consequências também no tecido dérmico.
  • Lipólise: o aumento de metabolismo local culmina com a ativação do sistema nervoso simpático, com liberação de catecolaminas na circulação sanguínea, adrenalina e noradrenalina. As catecolaminas conectam-se aos seus receptores específicos localizados na membrana adipócita, o que promove a ativação da cascata lipolítica dentro do adipócito. A enzima LHS (lipase hormônio sensível) promove a hidrólise do triglicerídeo em ácidos graxos e uma de glicerol. Após a reação de lipólise, os ácidos graxos são liberados na circulação sanguínea para que, posteriormente, sejam utilizados como combustível energético para o metabolismo corporal, ou então, redepositados nos adipócitos por meio do processo de lipogênese.

Técnica de aplicação

  • Após a drenagem do sistema (quando necessário), conecte o equipo no Ares. Em seguida, drene o equipo. Posicione corretamente o pedal no Ares e conecte a agulha no equipo;
  • Realize a assepsia do local de tratamento utilizando clorexidina alcóolica a 0,5%;
  • A introdução da agulha é realizada de acordo com o objetivo terapêutico. Técnica profunda ou subcutânea: 45°. Técnica superficial ou intradérmica: 15°;
  • Técnica profunda ou subcutânea: realize uma prega do tecido adiposo e introduza toda a agulha com inclinação de 45°. Em seguida, acione a emissão de gás;
  • Técnica superficial ou intradérmica: acione a emissão de gás. Introduza o bisel da agulha com inclinação de 10-15° em relação à pele. Note a formação da pseudopápula.

Carboxiterapia + Corrente High Volt

Técnica de aplicação

  • Após a drenagem do sistema (quando necessário), conecte o equipo no Ares. Em seguida, drene o equipo. Posicione corretamente o pedal no Ares e conecte a agulha no equipo. Conecte no Ares o cabo de estimulação para a corrente High Volt;
  • Conecte o adaptador metálico na agulha e no equipo. Em seguida, conecte o cabo de estimulação ao adaptador metálico usando a garra de jacaré vermelha;
  • Realize assepsia do local de tratamento utilizando clorexidina alcóolica a 0,5%;
  • Posicione o eletrodo dispersivo próximo à área de tratamento. Pressione Start e ajuste a intensidade da corrente High Volt;
  • Acione a emissão de gás. Introduza o bisel da agulha a 10-15° em relação à pele. Note a formação da pseudopápula. Remova a agulha e realize nova punctura no trajeto da estria ou ruga.

 

Região facial

Tratamento de Rugas com Ares Equipamento de Carboxiterapia
Rugas

Tratamento de Linhas de Expressão com o Ares Equipamento de Carboxiterapia
Linhas de expressão

 

Abdome infraumbilical

Tratamento com o Ares Equipamento de Carboxiterapia

 

Região lateral de coxa

Tratamento com o Equipamento de Carboxiterapia Ares

Indicações

Carboxiterapia

  • Aumento da circulação sanguínea local;
  • Celulite;
  • Gordura localizada facial e corporal;
  • Aumento da drenagem linfática;
  • Rejuvenescimento facial;
  • Rugas;
  • Estrias;
  • Olheiras;
  • Melhora do processo cicatricial;
  • Distúrbios vasculares;
  • Terapia capilar.

Corrente High Volt

  • Aumento da circulação sanguínea local;
  • Tratamento de rugas;
  • Tratamento de estrias.

Carboxiterapia + corrente High Volt

  • Aumento da circulação sanguínea local;
  • Tratamento de rugas;
  • Tratamento de estrias.

Contraindicações

Carboxiterapia

  • Gestantes ou intenção de engravidar;
  • Doenças metabólicas descompensadas;
  • Sobre áreas neoplásicas;
  • Fobia de agulhas;
  • Pacientes hipertensos descompensados;
  • Pacientes imunodeprimidos;
  • Pacientes epiléticos;
  • Hemofilia ou outros distúrbios de coagulação;
  • Fragilidade capilar;
  • Diabetes mellitus de longo prazo;
  • Uso recente de isotretinoína (inferior a 6 meses após o tratamento).

Corrente High Volt

  • Gestantes ou intenção de engravidar;
  • Presença de dispositivo eletrônico implantado;
  • Sobre áreas neoplásicas;
  • Hemofilia ou outros distúrbios de coagulação;
  • Queloides ou propensão a queloides;
  • Uso concomitante de anti-inflamatórios ou corticoides.

Carboxiterapia + corrente High Volt

  • Gestantes ou intenção de engravidar;
  • Doenças metabólicas descompensadas;
  • Sobre áreas neoplásicas;
  • Presença de dispositivo eletrônico implantado;
  • Fobia de agulhas;
  • Pacientes hipertensos descompensados;
  • Pacientes imunodeprimidos;
  • Pacientes epiléticos;
  • Hemofilia ou outros distúrbios de coagulação;
  • Queloides ou propensão a queloides;
  • Fragilidade capilar;
  • Diabetes mellitus de longo prazo;
  • Uso recente de isotretinoína (inferior a 6 meses após o tratamento);
  • Uso concomitante de anti-inflamatórios ou corticoides.

Perguntas

 

Em que consiste a carboxiterapia?

Carboxiterapia é um termo recente em estética, mas a administração terapêutica utilizando gás carbônico (CO₂) originou-se na França, em 1932. O CO₂ é um gás atóxico, não embólico e é o mesmo CO₂ usado em videolaparoscopias (injetam-se até 6 litros do gás na cavidade abdominal para criar pneumoperitônio) e em exames como arteriografias.

 

Quais são os profissionais que podem operar o Ares?

O Ares foi desenvolvido para ser operado somente por pessoal devidamente treinado em relação ao seu manuseio e suas aplicabilidades clínicas. Sugerimos que entre em contato com seu conselho de classe e informe-se.

 

Em quais disfunções a carboxiterapia Ares poderá atuar?  

A carboxiterapia Ares poderá ser empregada em tratamentos capilares, faciais e corporais, tais como: alopecia, rugas e linhas de expressão (rejuvenescimento), correções pós-cirurgias plásticas, celulite, gordura localizada, estrias e flacidez de pele.

 

O Ares é um equipamento seguro?

O Ares é um equipamento confiável e seguro. Ele possui um software associado a um sensor de precisão que permite total controle dos parâmetros (volume, fluxo, pressão e volume total administrado). A carboxiterapia é um procedimento efetivo, reconhecido pela comunidade científica e deve ser executado por profissionais capacitados e habilitados. O paciente deve ser informado sobre o procedimento e sobre as sensações esperadas durante o tratamento.

 

Quais são os efeitos esperados da carboxiterapia Ares?

A insuflação do CO₂ no tecido gera um aumento quase imediato da vascularização, evidente pela hiperemia reacional que a pele apresenta durante o procedimento, aumento da velocidade microcirculatória, além de potencializar o efeito de Bohr (que intensifica a liberação de O₂ nos tecidos). A terapia também estimula a formação de novos vasos sanguíneos, ativa a drenagem tanto sanguínea quanto linfática e, nos adipócitos, ativa a lipólise.

 

Quais são as vantagens do método?

O CO₂ é amplamente utilizado para tratamentos dermatológicos e estéticos, não eleva a pressão arterial do indivíduo, não causa embolia, não há restrições quanto à idade do paciente e pode ser utilizado em diversas áreas do corpo. O procedimento é de fácil aplicação, com bons resultados. O volume de gás infundido está abaixo do volume produzido pelo organismo, portanto não interfere no metabolismo normal.

 

A carboxiterapia Ares é com gás aquecido? 

Sim, o Ares possui um dispositivo que aquece o CO₂ previamente à insuflação, que diminui o desconforto do paciente, aumenta sua aderência ao tratamento, bem como potencializa resultados, uma vez que o gás frio causa vasoconstrição, princípio contrário à ação desejada, ou seja, vasodilatação, aumento de fluxo sanguíneo local e aumento da oferta de O₂. Também há opção de não utilizar o aquecimento.

 

Qual é o intervalo ideal entre as sessões?

Depende do objetivo de tratamento. Em alguns casos, como no tratamento da celulite e da gordura localizada, o procedimento poderá repetir-se 2 vezes por semana. Já nos casos de estrias, flacidez e rejuvenescimento, deve-se respeitar intervalos relativamente maiores, para que haja tempo de resposta natural do organismo, isto é, neocolagênese (produção de novas fibras de colágeno) e neoelastogênese (novas fibras de elastina e reorganização do colágeno).

 

Quanto ao fluxo de gás oferecido pelo Ares, qual a amplitude?

A carboxiterapia Ares permite aplicações de volume por ponto que podem variar de 5 a 300ml/min e ainda pode ser usado no modo Free, que é contínuo. A velocidade de fluxo também varia de 5 a 300ml/min. Essas amplitudes permitem desde aplicações delicadas até tratamentos em que a pressão necessária seja suficiente para vencer barreiras pontuais, como da região com celulite.

 

A carboxiterapia Ares pode ser associada a outros tratamentos estéticos?

Para tratamentos de rugas, rejuvenescimento e flacidez cutânea, a carboxiterapia pode ser associada às microcorrentes, ao Hooke (radiofrequência), ao Sonopeel (peeling ultrassônico), à iontoforese com permeação de dermocosméticos, entre outros.

Para tratamentos de gordura localizada e de celulite, pode ser associada às correntes excitomotoras, como a corrente Aussie, terapia combinada Heccus Turbo e a massagem mecânica.

No tratamento de estrias, é possível a associação com a microdermoabrasão e/ ou com a técnica de eletrolifting.

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Características


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